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BMX na Suiça

Algumas pistas na Suiça pra deixar a gente aqui sonhando.

 

Entrevista com Vini Pessoa

CEU-CRIS-BLUE

Blue, Vini e eu na Pista da Aricanduva

Conheci o Vini na pista da Aricanduva e tenho acompanhado sua evolução desde quando ele começou.
Resolvi fazer uma entrevista com ele porque ele é um daqueles garotos que tem uma sorte imensa de ter pais que estão sempre presente em sua vida.
A Vivi e o Paulo são muito legais e o ajudam muito dando suporte pra tudo que ele precisa. Apesar da pouca idade e do pouco tempo de bike, o Vini já conhece muitas pistas, mais do que muitos pilotos que eu conheço por ai.
Além do Vini,  falei também com a Vivi e o Paulo.

Porque você escolheu o BMX como esporte?

Desde pequeno sempre gostei de coisas radicais. Comecei com o skate aos 5 anos de idade, mas depois de um tombo e alguns pontos na boca acabei desanimando. Depois de alguns anos voltei a andar de skate. Foi quando pesquisando na internet comecei a assistir vídeos de BMX e me identifiquei muito com o esporte, já que desde pequeno sempre fazia atrocidades com minhas bicicletas!

 

Quanto tempo você pratica o BMX?

Comecei a andar há mais ou menos 1 ano com minha bike velhinha mesmo. No começo desse ano, depois de muito negociar e insistir com meus pais, ganhei minha primeira BMX.

 

Qual a importância de ter seus pais sempre perto de você te dando suporte e confiança para poder andar de bike?

É muito importante pra mim essa força. Meus pais entram com bastante incentivo, motivação, confiança e coragem… Além da gasolina, peças e equipamentos, né?

 

Você já conheceu muitas pistas e locais pelo curto tempo que tem no BMX, qual dos locais você diria que mais gosta de andar?

Gosto muito de andar no Radial Bike Park e em São Bernardo. E também curtia muito andar no antigo Trails Continental, que infelizmente foi destruído há pouco tempo.

 

Como é participar da vida esportiva do Vini? o que mudou pra vocês e pra ele depois que ele começou a andar de BMX?

Sempre entendemos que devíamos incentivar o esporte e a educação de nosso filho. Achamos que gastos nestas áreas não são custos e sim investimento, pois moldam o caráter e os valores de uma pessoa.
O Vinícius já praticou muitos esportes diferentes, até começar no BMX. A dedicação e o empenho que ele tem nos dá a certeza que ele encontrou o seu esporte…e não vai parar de andar nunca mais! As principais mudanças para nós foi em nossa rotina, já que a maioria das pistas e parks que ele frequenta são distantes de casa. Em várias ocasiões, abrimos mão de outros compromissos e passeios para levá-lo para andar de bike, principalmente aos Sábados e Domingos.
O Vinícius se tornou mais focado, autoconfiante e disciplinado, visando sempre aprimorar seu rolê, com a humildade de sempre ouvindo os conselhos do pessoal mais velho.

 

IMIGRANTES-2

Treinando X-up na finada Pista da Imigrantes

 

CANCIONEIRO-1

Fazendo fita no cancioneiro.

No Brasil temos poucos atletas da modalidade com a idade que o Vini tem. O que vocês acham que deveria melhorar para que mais crianças praticassem o BMX como é no caso do skate?

Acredito que as crianças na idade do Vini são bastante influenciadas pelos estímulos e exemplos exteriores. O skate, por exemplo, que passou algum tempo “fora dos holofotes”, principalmente na década de 90, voltou para a mídia muito graças aos ídolos que surgiram como o Bob Burnquist ou Sandro Dias que conseguiram bastante exposição e souberam aproveitar este momento, resgatando de certa forma a “cultura” do skate para o grande público.
O BMX brasileiro também precisa formar seus ídolos, ganhar mais espaço na mídia, realizar mais eventos, criar escolinhas e centros de formação e mais áreas para se andar de BMX. Achamos que se fosse possível baratear os custos do esporte (bikes, peças e equipamentos) seria possível tornar o BMX mais acessível e popular.

 

Vini, você tem ou teve algum atleta de BMX que te inspira a andar?

Sim, entre os muitos atletas que eu admiro tenho que citar o Doguete e o Cauan Madona, que sempre que andei junto me incentivaram, me ajudaram com as manobras e me mostraram bons exemplos de atitude e humildade.


O que você diria para os pais que não apoiam seus filhos na pratica de esportes?

Eu diria que quanto mais apoio e incentivo a criança evolui mais rápido e tem mais autoconfiança.

 

O que mudou na sua vida depois que começou a andar de BMX?

Fiz muitas amizades e consegui misturar lazer, com esporte e diversão!

 

Qual a coisa que você mais gosta no mundo do BMX?

A união e a amizade. Um ajudando o outro, evoluindo junto e se divertindo.

Passando a mesinha do também finado Continental trails

Passando a mesinha do também finado Continental trails

COSMO-TRAILS

Visita no evento do Cosmotrails

 

Qual a manobra que você mais gostaria de aprender?

Eu ainda não tenho uma manobra favorita ou que tenha muita vontade de aprender. Gostaria de saber fazer o maior número de manobras possíveis para variar meu rolê.

 

Gostariam de deixar algum recado?

Gostaríamos de aproveitar o espaço para agradecer a todos os BMXers que, direta ou indiretamente, ajudam e dão bastante força para que o Vinicius evolua no esporte. Devemos citar principalmente o Cris Glass e o Blue Herbert, além do André e o Marcelinho da Dream BMX e do Drac que desde o início “adotaram” e “apadrinharam” o Vini e o ajudaram com dicas, conselhos e broncas
Não podemos deixar de agradecer também a toda a família Continental Trails que sempre nos recepcionou muito bem e nos mostraram o verdadeiro “espírito trails”, de camaradagem e companheirismo, com uma vibe bastante positiva e sadia. Por fim, agradecemos a todos os amigos de São Bernardo, principalmente ao Evandro Índio (SP Hawks), além do pessoal da Radial, do CEU Aricanduva (sua pista local) e de Caracas Trails (onde começou a andar) que também sempre deram uma moral legal para o Vinícius.

RADIAL-DEAD

Nosso mascote da Radial. Está sempre presente no rolê e já um dos locais da pista.

Kevin Kalkoff Remix

Imagens tiradas do vídeo Make it Happen com Kevin Kalkoff .
Gravado na Africa do Sul e em Annency, cidade onde ele mora na frança.

Fox We Live – Drew Bezanson

O nome Drew Bezanson me lembra Ninja Drop gigante, transfers monstros, foot jam no terceiro andar, Fufano no quinto e assim por diante
O novo vídeo dele não é diferente.  O cara está marcando o BMX como o cara das big tricks.

 

Danilo Bueno Hill Side Treze

Outro grande piloto que também sabe editar bem seu material. O legal do vídeo do Ferrugem (Forward Footwear, Faith Co, Suicide BMX, Hill Side Treze)  é a “mini ramp” que ele aparece andando. Isso mesmo, com aspas pois o lugar parece uma ruina de uma pista dos tempos dos Maias ou dos Incas, sei lá…lugar underground, ficou muito bem nas filmagens.
Edição: Danilo Bueno
Filmagem:Felipe hoffmann

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