Entrevistas

Página 1 de 212

Entrevista com Anderson Camargo, o Andy

Recebi esta entrevista feita pelo Miguelito da Dicanto Park com um piloto novo chamado Andy que está aparecendo muito bem la no Sul.
Obrigado Miguel pela matéria e muito legal seu envolvimento ajudando a nova geração. Valeu Andy pelo agradecimento. Saiba que aqui você sempre terá espaço.

andy01

Nome, idade e onde mora?
Anderson Camargo, mais conhecido como Andy, tenho 16 anos, moro na cidade de Não Me Toque no Rio Grande Do Sul.

Quando foi que você decidiu que queria andar de BMX?
Comecei a andar com 13 anos em 2012. Via a garotada andando e me interessei, adquiri minha primeira bike com dificuldade, pois ainda não tinha o apoio em casa ainda. Minha pista local não é ideal para a prática do BMX, é uma pista pequena (um mini ramp cavado para baixo da terra) mas ando tudo que consigo nela. A cidade onde moro é uma cidade pacata bem pequena na região norte do Rio Grande do Sul. Assim que percebi que queria andar mesmo de bike, comecei a ir para Passo Fundo, cidade onde tem uma pista mais adequada para andar. Assim que minha família viu meu real interesse pelo esporte, começaram a me apoiar e me incentivar, logo comecei a me interessar por campeonatos e viagens e também andar e descobrir pistas novas aqui no sul.

Fale um pouco sobre sua relação com o BMX.
Sempre procurei participar dos maiores campeonatos aqui da região.Com muito esforço e dedicação consegui me destacar em alguns campeonatos que corri, com isso ganhei um apoio de uma loja nova e que está crescendo no BMX que é a Over Clothing da cidade de Passo Fundo – RS.
Quando estou em uma competição, sempre tento fazer um role limpo e diferente e me divertir sem aquela pressão que geralmente campeonatos exigem. Pra mim o que vale é andar com toda galera e rever os amigos.
Gosto de fazer trips com os camaradas, conhecer lugares novos e pistas novas. Tenho muito amor pelo park, mas ando onde tiver que andar, gosto mesmo de estar com minha bike, sentir aquela liberdade que ela oferece e me divertir. Na minha opinião, a cena do sul está crescendo, estão aparecendo novos pilotos e novas pistas fazendo a cena crescer cada vez mais.

Alguns pilotos em particular que você possa dizer que te influenciaram ou influenciam atualmente?
Vou citar três inspirações minhas no Brasil que é o Doguete, Leandro Moreira (Overall) e André Jesus. Falando fora do Brasil, minhas inspirações é Daniel Sandoval, Harry Main e Logan Martin.

No fone de ouvido, toca o que?
Gosto de andar ouvindo um som. Curto um rap, um rock clássico e alguns estilos de músicas que se adaptam com o lugar onde estou andando e a vibe em que estou. Gosto de assistir vídeos de BMX antes de ir pro role pois chego concentrado e começo a fluir as manobras.

Quais seus objetivos pra o ano de 2015?
Meus objetivo para 2015 é ir para São Paulo, conhecer a cena e os pilotos locais. Sonho em conhecer algumas pistas da cidade e tentar conseguir um patrocínio que me ajude um pouco mais.
Quero agradecer o Miguel da Dicanto Park que me ajudou a montar está matéria e está me incentivando e ajudando a evoluir meu role e meu psicológico. Quero agradecer a Over Clothing pela força me mandando sempre roupas muito style, também agradeço muito a minha família e a Prefeitura de Não Me Toque que está começando a me ajudar e quero agradecer muito ao Cris Glass que me deu este espaço para que eu pudesse me apresentar e falar um pouco sobre minha vida na bike.

Veja o Facebook dele clicando AQUI

andy04

andy03

andy02

 

Entrevista com Vini Pessoa

CEU-CRIS-BLUE

Blue, Vini e eu na Pista da Aricanduva

Conheci o Vini na pista da Aricanduva e tenho acompanhado sua evolução desde quando ele começou.
Resolvi fazer uma entrevista com ele porque ele é um daqueles garotos que tem uma sorte imensa de ter pais que estão sempre presente em sua vida.
A Vivi e o Paulo são muito legais e o ajudam muito dando suporte pra tudo que ele precisa. Apesar da pouca idade e do pouco tempo de bike, o Vini já conhece muitas pistas, mais do que muitos pilotos que eu conheço por ai.
Além do Vini,  falei também com a Vivi e o Paulo.

Porque você escolheu o BMX como esporte?

Desde pequeno sempre gostei de coisas radicais. Comecei com o skate aos 5 anos de idade, mas depois de um tombo e alguns pontos na boca acabei desanimando. Depois de alguns anos voltei a andar de skate. Foi quando pesquisando na internet comecei a assistir vídeos de BMX e me identifiquei muito com o esporte, já que desde pequeno sempre fazia atrocidades com minhas bicicletas!

 

Quanto tempo você pratica o BMX?

Comecei a andar há mais ou menos 1 ano com minha bike velhinha mesmo. No começo desse ano, depois de muito negociar e insistir com meus pais, ganhei minha primeira BMX.

 

Qual a importância de ter seus pais sempre perto de você te dando suporte e confiança para poder andar de bike?

É muito importante pra mim essa força. Meus pais entram com bastante incentivo, motivação, confiança e coragem… Além da gasolina, peças e equipamentos, né?

 

Você já conheceu muitas pistas e locais pelo curto tempo que tem no BMX, qual dos locais você diria que mais gosta de andar?

Gosto muito de andar no Radial Bike Park e em São Bernardo. E também curtia muito andar no antigo Trails Continental, que infelizmente foi destruído há pouco tempo.

 

Como é participar da vida esportiva do Vini? o que mudou pra vocês e pra ele depois que ele começou a andar de BMX?

Sempre entendemos que devíamos incentivar o esporte e a educação de nosso filho. Achamos que gastos nestas áreas não são custos e sim investimento, pois moldam o caráter e os valores de uma pessoa.
O Vinícius já praticou muitos esportes diferentes, até começar no BMX. A dedicação e o empenho que ele tem nos dá a certeza que ele encontrou o seu esporte…e não vai parar de andar nunca mais! As principais mudanças para nós foi em nossa rotina, já que a maioria das pistas e parks que ele frequenta são distantes de casa. Em várias ocasiões, abrimos mão de outros compromissos e passeios para levá-lo para andar de bike, principalmente aos Sábados e Domingos.
O Vinícius se tornou mais focado, autoconfiante e disciplinado, visando sempre aprimorar seu rolê, com a humildade de sempre ouvindo os conselhos do pessoal mais velho.

 

IMIGRANTES-2

Treinando X-up na finada Pista da Imigrantes

 

CANCIONEIRO-1

Fazendo fita no cancioneiro.

No Brasil temos poucos atletas da modalidade com a idade que o Vini tem. O que vocês acham que deveria melhorar para que mais crianças praticassem o BMX como é no caso do skate?

Acredito que as crianças na idade do Vini são bastante influenciadas pelos estímulos e exemplos exteriores. O skate, por exemplo, que passou algum tempo “fora dos holofotes”, principalmente na década de 90, voltou para a mídia muito graças aos ídolos que surgiram como o Bob Burnquist ou Sandro Dias que conseguiram bastante exposição e souberam aproveitar este momento, resgatando de certa forma a “cultura” do skate para o grande público.
O BMX brasileiro também precisa formar seus ídolos, ganhar mais espaço na mídia, realizar mais eventos, criar escolinhas e centros de formação e mais áreas para se andar de BMX. Achamos que se fosse possível baratear os custos do esporte (bikes, peças e equipamentos) seria possível tornar o BMX mais acessível e popular.

 

Vini, você tem ou teve algum atleta de BMX que te inspira a andar?

Sim, entre os muitos atletas que eu admiro tenho que citar o Doguete e o Cauan Madona, que sempre que andei junto me incentivaram, me ajudaram com as manobras e me mostraram bons exemplos de atitude e humildade.


O que você diria para os pais que não apoiam seus filhos na pratica de esportes?

Eu diria que quanto mais apoio e incentivo a criança evolui mais rápido e tem mais autoconfiança.

 

O que mudou na sua vida depois que começou a andar de BMX?

Fiz muitas amizades e consegui misturar lazer, com esporte e diversão!

 

Qual a coisa que você mais gosta no mundo do BMX?

A união e a amizade. Um ajudando o outro, evoluindo junto e se divertindo.

Passando a mesinha do também finado Continental trails

Passando a mesinha do também finado Continental trails

COSMO-TRAILS

Visita no evento do Cosmotrails

 

Qual a manobra que você mais gostaria de aprender?

Eu ainda não tenho uma manobra favorita ou que tenha muita vontade de aprender. Gostaria de saber fazer o maior número de manobras possíveis para variar meu rolê.

 

Gostariam de deixar algum recado?

Gostaríamos de aproveitar o espaço para agradecer a todos os BMXers que, direta ou indiretamente, ajudam e dão bastante força para que o Vinicius evolua no esporte. Devemos citar principalmente o Cris Glass e o Blue Herbert, além do André e o Marcelinho da Dream BMX e do Drac que desde o início “adotaram” e “apadrinharam” o Vini e o ajudaram com dicas, conselhos e broncas
Não podemos deixar de agradecer também a toda a família Continental Trails que sempre nos recepcionou muito bem e nos mostraram o verdadeiro “espírito trails”, de camaradagem e companheirismo, com uma vibe bastante positiva e sadia. Por fim, agradecemos a todos os amigos de São Bernardo, principalmente ao Evandro Índio (SP Hawks), além do pessoal da Radial, do CEU Aricanduva (sua pista local) e de Caracas Trails (onde começou a andar) que também sempre deram uma moral legal para o Vinícius.

RADIAL-DEAD

Nosso mascote da Radial. Está sempre presente no rolê e já um dos locais da pista.

Entrevista com o Miguelito, o cara por trás da Dicanto Bike Park

migeul

Miguelito no seu Império rsrsr .Foto Divulgação

Conheci o Miguel quando ele veio para São Paulo para a tour que a Faith Bike fez por aqui.
Sabe aqueles caras que você fica amigo no primeiro dia que conhece? Então, foi assim com ele.
Um cara muito gente boa que além de andar de bike e tocar a Dicanto, ainda arruma tempo pra grafitar.
Em sua passagem por aqui, deixou sua marca na loja do Drac e na pista de São Miguel.
Veja a entrevista que fiz com ele e saiba o que ele pensa.

Nome completo e quanto tempo está no BMX?
Meu nome é Miguel Feiten dos Santos (Miguelito); Estou no BMX desde 1993, parei em 1998, mas em 2002 montei de novo a bike e voltei pros roles.

Como surgiu a ideia de montar uma pista em sua casa e por que o nome Dicanto?
Ter uma pista em casa era sonho antigo, quando a oportunidade rolou resolvi me dedicar a isto. O nome Dicanto eu já usava pra assinar os trampos de Grafitti (stencil art) desde 2009, a idéia veio do nome de um som da banda gaúcha Ultramen, “De Canto e Sossegado”.

Fale um pouco sobre a pista. A localização, as rampas e toda infraestrutura que vocês montaram.
A pista é fácil de chegar, fica perto de uma das principais vias de acesso de Caxias do Sul, a BR 116, e a menos de 10 minutos do centro. Pra quem chegar de avião também é bem perto, fica a 500 metros do Aeroporto. É só montar a bike e descer a rua.
A Dicanto é uma pista rápida, com bowl, quarter, mesa, wallride, spine, Box, sub-box, tudo feito de madeira e coberta.
Aqui na região o inverno pode ser rigoroso, com temperaturas abaixo de zero. Daí a proposta de um lugar que a galera do BMX sempre pudesse colar, uma boa pista, manter os treinos em dia independente do clima, com iluminação, segurança, sanitários, água, todas as condições básicas. Dá pra acampar e passar o fim de semana.

Vocês tiveram ajuda externa de alguma empresa ou tudo foi bancado por vocês?
Não recebi ajuda financeira, mas sempre tive minha família e amigos que acreditaram e trabalharam nessa iniciativa, contribuíram na mão de obra ao longo da construção e com ideias para finalizar a pista.

Já deu pra ter um retorno na questão de evolução dos pilotos locais?
Com certeza. Com o surgimento da Dicanto, muitos pilotos que estavam parados voltaram a andar. Os roles estão melhorando, a pista trouxe novas curvas e obstáculos que não tínhamos na região. A pista tem contribuído muito pra dar um “up” na cena aqui do estado e aumentar o interesse da galera no BMX. Eles estão conhecendo o esporte, começando cada vez mais cedo, e vem de todas as partes.

Você pretende ampliar o espaço?
Com certeza, a Dicanto veio pra ficar. Já tenho ideias para o futuro e estou trabalhando no Traill Dicanto.

Existe um horário com escolinha para crianças?
Sim, nas Segundas feiras a Dicanto está disponível para escolinha de BMX. Os horários são pré agendados e as turmas são de até três alunos por horário.

563129_418256834928861_2047703187_n

Antes .

226944_418245681596643_1547377304_n

Depois.

11373_418244778263400_93352732_n

Áre externa, muito espaço. Sempre rola uns shows nos eventos da Dicanto.

emo

Geovane Castanha em um dos eventos que a Dicanto organizou

trail

A nova atração por lá são os Trails que eles estão construindo no quintal.

Qual a maior dificuldade em manter um espaço assim?
Olha, acho que as dificuldades são passageiras e sempre vão aparecer. Às vezes grana, conseguir apoio, você tem que ir aos poucos pra realizar seus planos, se profissionalizar, ser obstinado e paciente, não dá pra focar nas dificuldades, tem que buscar solução e desistir não é uma opção. Tudo faz parte do processo. A cultura com relação ao esporte aqui está mudando, com o BMX ficando cada vez mais popular, a cena tem muito pra crescer.

Vocês tem organizado campeonatos na Dicanto e meio que já está entrando no roteiro dos campeonatos pelo Brasil.Você acha que o intercâmbio de pilotos do Sul que vem para São Paulo e vice-versa tem ajudado a dar uma importância aos eventos que vocês fazem?
Com certeza tem ajudado, não só para os eventos, mas também pra valorizar a cena local e os pilotos em geral. Não basta a galera de fora saber que tem pista aqui e que rola um campeonato. Faz a diferença conhecer a opinião de quem já veio, pra despertar o interesse da galera em viajar até aqui. Também temos em mente que mesmo ações independentes como a nossa contribuem para popularização e valorização do BMX e dos pilotos brasileiros, com o fortalecimento das cenas locais, é que vamos crescendo e juntos conquistando a visibilidade e o respeito que este esporte merece. Enfim, não só para a Dicanto, mas neste processo todo o intercâmbio é fundamental.

Você veio para São Paulo para uma tour com a equipe da Faith Bike no começo do ano. Qual foi sua impressão sobre a cena do BMX paulistano?
Como sabemos o BMX em São Paulo tem tradição e é referência para o resto do Brasil. Acho que a principal impressão eu diria até como exemplo para todos é a questão do foco, quem se destaca na cena em São Paulo é porque tá mesmo fazendo uns corres danados e se dedicando dia após dia, são muitos os que acompanham notícias sobre a evolução do pessoal de Sampa, mas as vezes ignoram todo esforço e dedicação que o reconhecimento exige. Também achei legal a cultura local, pois em todos os lugares que a trip passou, fomos bem recebidos e pudemos interagir com os pilotos locais.

Uma última questão. BMX é …um esporte em ascensão, além disso, uma causa, um ESTILO DE VIDA.

Só mais uma informação. Nos dias 18 e 19 de Maio, vai rolar a  quarta edição da Dicanto  BMX JAM.

Veja mais informações no face deles clicando aqui.

 

arte

Um dos trabalhos que o Miguel fez. Bom não é?


Deva falando do BMX

O looking BMX fez uma entrevista com o Devanir Lima, o Deva, que conta a história dele no BMX.
Ele está machucado no momento mas continua andando no half  e na pista de São Bernardo com sua Haro style.

Veja como foi.

“Os Jackson four” – ACBMX

Entrevista e vídeo com a galera do Acre que está passando uma temporada em São Paulo.

CG: Onde vocês estão hospedados?

Cleiton: Estamos na divisa de Guarulhos, na Vila Nova Galvão. Através do nosso amigo Tutano, nós alugamos uma casa e fizemos nossa base lá.

CG: Há uanto tempo vocês já estão em São Paulo?

Gustavo: Hoje está fazendo um mês, e estamos pretendendo passar mais um mês.

CG: Gustavo, você é o único que não é de Rio Branco?

Gustavo: Isso. Sou de Sena Madureira. Minha cidade fica a 140 Km de Rio Branco.

CG: E como vocês se conheceram?

Gustavo: Eles foram uma vez para minha cidade, e ficamos amigos. Depois disso, sempre quando dá, eu vou pra Rio Branco pra andar com eles.

CG: Os outros 3 eu sei que já vieram antes pra São Paulo. E você, já tinha vindo pra cá?

Gustavo: Não, essa é minha primeira vez. Ainda estou assustado (risos). Você pode imaginar? Sou de uma cidade pequena do interior do Acre e derrepente estou aqui em São Paulo, a maior cidade da América Latina. Isso foi um baque pra mim. Mas já estou me acostumando.

CG: Qual é a importância desse intercâmbio que vocês estão fazendo?

Rudson: Pra nós tem sido muito importante pois estamos conhecendo outros lugares para andar e isso tem nos ajudado muito na evolução do nosso BMX.

Cleiton: Eu achei muito bom a experiência com os pilotos profissionais, pois podemos treinar juntos e, com isso, aprendemos muitas técnicas. Eles sempre nos ajudam com uma dica ou outra mostrando onde estamos agindo errado.

CG: Quais locais vocês já conheceram nesse tempo que estão por aqui?

Orlean: Humm..Imigrantes, Radial, São Miguel, São Bernardo, Cabo Sul, Continental e nessa pistinha que estamos gravando hoje (Viaduto Jacareí).

CG: Destes lugares que vocês foram, quais são os que vocês mais gostaram?

Cleiton: As que mais gostamos de andar foram a da Radial e a de São Bernardo. A Radial por ter obstáculos diferentes e altos além da piscina de espuma, que ajuda muito para aprimorar nossas manobras. A de São Bernardo nós gostamos pela extensão dela, onde todos podem andar juntos, e também pela quantidade de obstáculos diferentes por todo o parque.

CG: E a cena lá em Rio Branco, como é? vocês tem pistas por lá?

Orlean: A cena está crescendo, tivemos altos e baixos mas agora só tem crescido. Temos uma pista que fizemos de madeira na cidade do Gustavo, e em Rio Branco tem o tropical e a do canal da maternidade. Andamos muito na rua também. Eu acho que com essa experiência que estamos tendo aqui, o pessoal vai voltar muito mais adrenado cheio de idéias novas.

CG: Com a experiência da Radial, vocês já tem algumas idéias para implantar em relação a obstáculos na pista de vocês? Por exemplo, vocês me disseram que não tem spine e nem rips.

Cleiton: Na verdade a gente está precisando de um lugar fechado pra poder construir uma pista pois a gente sofre muito com as temporadas de chuvas. A gente fica muito tempo parado, e cai muito a nossa produção. São praticamente 6 meses por ano de chuva intercalado com sol. E sobre os obstáculos, estamos sim com idéias novas para fazer por lá.

Gustavo: É que no Acre são apenas duas estações , inverno e verão!

Cleiton: Estamos sofrendo muito aqui, pois como não temos rampas tão altas e com tanta transição fica difícil desenvolver nosso BMX, mas nosso tempo aqui está sendo bom pra podermos melhorar esse nosso outros lado já que nossa pegada mesmo é o real street. Pra você ter uma idéia eu aprendi flair na Radial, pois um dos obstáculos (quarter para a 45) permite treinar a manobra sem muitos riscos de acidentes.

CG: Hoje, quantos praticantes de BMX existem na cidade além de vocês?

Rudson: Aproximadamente uns 20 pilotos

CG: Mas do nível de vocês?

Rudson: Não, do nosso nível temos mais três. Tem também um iniciante chamado Michel que está se destacando bem.

Agradecimentos?

Gustavo: Sk8 Manutenções e ao Brás design, além do ACBMX que me incluiu nessa trip

Todos: Gostaríamos de agradecer ao Tutano, Tia preta, Yara e a Graciete pela acomodação e o Gerliano pela força no projeto da nossa trip.

Segue o vídeo:

 

Orlean | Foto: Cris Glass

 

Gustavo | Foto: Cris Glass

 

Dia da gravação na Imigrantes | Foto: Rafael Souza

 

Dia da gravação na pista do centro | Foto: Cris Glass

 

Página 1 de 212

Arquivos