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Matt Cordova e Larry Edgar

Matt Cordova e Larry Edgar andando no F.O.D Trails. Acho que não existe ninguém que faça um Nac Nac igual ao do Matt Cordova.
Os outros dois que aparecem no vídeo é Joey Cordova e Nathan Sykes.

Entrevista com Anderson Camargo, o Andy

Recebi esta entrevista feita pelo Miguelito da Dicanto Park com um piloto novo chamado Andy que está aparecendo muito bem la no Sul.
Obrigado Miguel pela matéria e muito legal seu envolvimento ajudando a nova geração. Valeu Andy pelo agradecimento. Saiba que aqui você sempre terá espaço.

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Nome, idade e onde mora?
Anderson Camargo, mais conhecido como Andy, tenho 16 anos, moro na cidade de Não Me Toque no Rio Grande Do Sul.

Quando foi que você decidiu que queria andar de BMX?
Comecei a andar com 13 anos em 2012. Via a garotada andando e me interessei, adquiri minha primeira bike com dificuldade, pois ainda não tinha o apoio em casa ainda. Minha pista local não é ideal para a prática do BMX, é uma pista pequena (um mini ramp cavado para baixo da terra) mas ando tudo que consigo nela. A cidade onde moro é uma cidade pacata bem pequena na região norte do Rio Grande do Sul. Assim que percebi que queria andar mesmo de bike, comecei a ir para Passo Fundo, cidade onde tem uma pista mais adequada para andar. Assim que minha família viu meu real interesse pelo esporte, começaram a me apoiar e me incentivar, logo comecei a me interessar por campeonatos e viagens e também andar e descobrir pistas novas aqui no sul.

Fale um pouco sobre sua relação com o BMX.
Sempre procurei participar dos maiores campeonatos aqui da região.Com muito esforço e dedicação consegui me destacar em alguns campeonatos que corri, com isso ganhei um apoio de uma loja nova e que está crescendo no BMX que é a Over Clothing da cidade de Passo Fundo – RS.
Quando estou em uma competição, sempre tento fazer um role limpo e diferente e me divertir sem aquela pressão que geralmente campeonatos exigem. Pra mim o que vale é andar com toda galera e rever os amigos.
Gosto de fazer trips com os camaradas, conhecer lugares novos e pistas novas. Tenho muito amor pelo park, mas ando onde tiver que andar, gosto mesmo de estar com minha bike, sentir aquela liberdade que ela oferece e me divertir. Na minha opinião, a cena do sul está crescendo, estão aparecendo novos pilotos e novas pistas fazendo a cena crescer cada vez mais.

Alguns pilotos em particular que você possa dizer que te influenciaram ou influenciam atualmente?
Vou citar três inspirações minhas no Brasil que é o Doguete, Leandro Moreira (Overall) e André Jesus. Falando fora do Brasil, minhas inspirações é Daniel Sandoval, Harry Main e Logan Martin.

No fone de ouvido, toca o que?
Gosto de andar ouvindo um som. Curto um rap, um rock clássico e alguns estilos de músicas que se adaptam com o lugar onde estou andando e a vibe em que estou. Gosto de assistir vídeos de BMX antes de ir pro role pois chego concentrado e começo a fluir as manobras.

Quais seus objetivos pra o ano de 2015?
Meus objetivo para 2015 é ir para São Paulo, conhecer a cena e os pilotos locais. Sonho em conhecer algumas pistas da cidade e tentar conseguir um patrocínio que me ajude um pouco mais.
Quero agradecer o Miguel da Dicanto Park que me ajudou a montar está matéria e está me incentivando e ajudando a evoluir meu role e meu psicológico. Quero agradecer a Over Clothing pela força me mandando sempre roupas muito style, também agradeço muito a minha família e a Prefeitura de Não Me Toque que está começando a me ajudar e quero agradecer muito ao Cris Glass que me deu este espaço para que eu pudesse me apresentar e falar um pouco sobre minha vida na bike.

Veja o Facebook dele clicando AQUI

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10 dicas para não ser o mané no park

Tá certo, é um espaço público, mas nem por isso é que você tem o direito de ficar sentado na borda da transição contanto suas lorotas, dropando na frente dos outros ou ficar brincando de escorregar na 45, por isso, cito 10 dicas para que você não seja o mané do “skate” park.

 

1. Não seja um Zoião.

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Respeite a fila e espere sua vez. Em todos os parks, existe uma espécie de fila invisível entre todos os usuários ( bikes, skatistas e rollers, geralmente)  e todos ”geralmente” sabem mais ou menos a linha que cada um esta andando, por isso, é possível até que se drope junto com outra pessoa, desde que se saiba que não vai atrapalhar a linha de alguém que já estava andando.

 

2. Não seja um Maratonista.

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Sabemos que você é um super atleta e tem um verdadeiro arsenal de manobras e que poderia andar o dia inteiro sem repetir uma única trick , mas cara, tem mais gente pra andar, então calcule mais ou menos o tamanho da pista e monte um role, onde você faça sua linha e suas tricks, mas tenha consciência que tem gente esperando para fazer o mesmo.

 

3. Não faça entrevistas

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Se você esta começando agora e encontra alguém mais experiente no park, você deve querer saber como o cara passa o spine, como é um no hander, um whip, um bars e o bob? Puxo e pulo? Pulo e puxo? Cheeeeeeeegaaaaaaaa!!!

Isso pode ser muito irritante e afastar qualquer um de você, ao invés disso tente cumprimentar o cara e fazer um pergunta simples e curta e deixe que depois role uma conversa naturalmente, tipo,” E ai cara? Muito louco seu role, que quadro é esse? Valeu vai lá!

 

4.Cada um no seu quadrado.

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Se você quer aprender bob, bob 180, bob 360, manual, fazer uma selfie pra postar no facebook com uma frase idiota ou qualquer outra coisa que não envolva os obstáculos do park, então, faça fora!  Não atrapalhe quem está tentando andar!

 

5. Não seja um Fela…

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É muito comum eu ouvir da galera do nosso esporte que não temos apoio e que o esporte não cresce, mas os mesmos que reclamam, muitas vezes não incentivam e tratam mau quem é mais novo e está começando. Seja educado com os pequenos, com um pouco de paciência eles logo param de incomodar. E aí quem sabe, no futuro, aquele pivete chato te de um autógrafo.

 

6. Evite ser o ”Bonzão”.

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Não, não estou dizendo pra você não dar tudo de si no seu role, mas se tem alguém tentando uma manobra com certa dificuldade para acertar, você não precisa ir lá no mesmo local que a pessoa e acertar a mesmíssima manobra na cara da pessoa como se fosse a coisa mais simples do mundo. A não ser que seja seu camarada, ao qual você não tem muito respeito, ai sim, faça a manobra e grite ” NA SUA CARA, TROUXA”.

 

7. Não sente na borda.

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Não amiguinho, isso não é um banco. Sai daí C@$**!!!!

 

8. Respeite os locais.

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Se for a primeira vez que vai a um local, por mais que a pista esteja fazia, tente saber o que acontece por lá para que você não desrespeite o local e nem os locais, não acontece em todas as pistas, mas algumas pistas são cuidadas com enorme carinho, por tanto, não saia enfiando as suas pegs em tudo quanto é canto, fazendo buracos e depois vai embora, demonstre respeito. Você poderá ser convidado a sair da pista e nunca mais voltar, de forma violenta. (não que eu concorde com a violência, mas sabemos que isso é o que rola nas ruas)

 

9. Se ligue nos skates.

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Sei que é uma mania do cacete, o carinha do skate parado com o skate na borda sem dropar, mas a galera do skate, usa a pista de uma forma bem diferente dos bikers, o espaço que ocupam e suas linhas são bem diferentes das nossas, mas os caras são de boa, quando se deparar com uma situação dessas, ao invés de ficar olhando de cara feia no canto, use a educação, as vezes um ”ae man, cho passa aí” já é suficiente.

 

10. Desculpa então.

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E por ultimo, todos estamos sujeitos a fazer uma meeerda, tipo, dropar na frente do outro, pular em cima de alguém, deixar a bike dar aquela escapada e voar “sem querer” em cima de alguém, mas aí é muito simples, peça desculpas, tipo, “foi mau aí brodi”.

Essa matéria foi inspirada do site ridebmx “10 things not to do at a skatepark“. Click no link para a original.

Imagens ilustrativas

Mad Dog volta aos treinos

Brett Banasiewicz o Mad dog

Após o acidente que o lesionou seriamente, Brett Banasiewicz, o Mad Dog, vem se recuperando muito bem.
Voltou aos treinos sem trauma de levar novos tombos mas andando com um capacete full face para garantir mais segurança. Com isso, ele vem progredindo dia a dia.

Assista, inspire-se, saia do computador e vá pedalar.

 

 

Lilly Yokoi – A bailarina na bike dourada

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Em 1965, a Japonesa Lilly Yokoi fez uma apresentação num programa da ABC chamado The Hollywood Palace.
Vendo o vídeo hoje, você pode ficar assustado com a quantidade de manobras que ela fazia parecida com as do flatland dos anos 80.
No site 23Mag tem um sessão onde eles citam as manobras e seus inventores. O boomerang aparece entre os anos 86, 87 com suas variações com diversos pilotos. Como você pode ver nesse vídeo, Yokoi já fazia o double boomerang em 65. Como diria o finado Jack Palace, ” Isto é incrível”.
Enviado por Tamara Serantes no Facebook. Fonte dangerousminds

 

 

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